Os Correios registraram um déficit de R$ 3,1 bilhões no primeiro trimestre de 2026, valor 82,35% superior ao prejuízo de R$ 1,7 bilhão apurado no mesmo período de 2025. O resultado foi divulgado em nota oficial pela empresa no sábado, dia 30 de maio, e ficou abaixo da projeção inicial traçada pela estatal. A companhia opera em todo o Brasil e atribui o desempenho à queda de receitas em serviços tradicionais, ao aumento de custos operacionais e à maior concorrência privada, mesmo com o avanço parcial do e-commerce.
Gestão de custos e resultados abaixo da meta
A empresa destacou que a redução do déficit projetado decorreu da gestão rigorosa de custos e da otimização de despesas operacionais. Apesar do crescimento da concorrência, os Correios mantiveram foco em medidas que limitaram o impacto financeiro no trimestre de janeiro a março de 2026.
o déficit registrado, de R$ 3,1 bilhões, ficou abaixo da projeção originalmente prevista para o trimestre, evidenciando evolução nas ações voltadas à recuperação do equilíbrio econômico-financeiro da estatal
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Plano de reestruturação em três fases
Os Correios seguem avançando na implementação das ações estruturantes previstas no Plano de Reestruturação, que inclui o fortalecimento da saúde financeira, a modernização tecnológica da malha logística e a capacitação da força de trabalho. O objetivo é assegurar que a empresa retorne ao equilíbrio econômico-financeiro e apresente resultado líquido positivo ao final de 2027.
A gestão rigorosa dos custos e a otimização das despesas operacionais contribuíram diretamente para a redução do déficit projetado, em linha com as diretrizes do plano, que prevê melhoria progressiva dos indicadores econômico-financeiros ao longo dos próximos exercícios
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