Daniel Vorcaro afirmou em depoimento prestado antes de 02/09/2026 ter sofrido tortura psicológica, maus-tratos e ameaças veladas durante a prisão iniciada em março, com o objetivo de impedir uma delação premiada à Polícia Federal. O relato foi feito a um juiz auxiliar do gabinete do ministro do STF André Mendonça, sem a presença de representantes da PF e com a participação de um membro do Ministério Público. Vorcaro vinculou as supostas intimidações à resistência de autoridades da corporação à eventual colaboração premiada.
Detalhes do depoimento prestado
O empresário descreveu as condutas como forma de coação para que não revelasse informações à PF. O depoimento ocorreu fora do ambiente habitual de investigação, o que reforça o caráter reservado da oitiva. Andrei Rodrigues, diretor-geral da PF, é citado indiretamente no relato como parte do contexto institucional que teria gerado as pressões.
Objetivo das alegadas intimidações
De acordo com o conteúdo apresentado, as supostas ameaças visavam evitar que Vorcaro formalizasse uma delação premiada e expusesse fatos relevantes à autoridade policial. O processo permanece sob análise no gabinete de Mendonça, sem que tenham sido divulgadas medidas adicionais até o momento. O caso segue os trâmites legais ordinários e não há confirmação oficial das alegações.
graves intimidações
Daniel Vorcaro
