Diretores da Polícia Federal manifestaram apoio ao diretor-geral Andrei Rodrigues e ao diretor de Inteligência Leandro Almada ao colocarem seus cargos à disposição do diretor-geral substituto na terça-feira, 8 de setembro de 2026. A decisão ocorreu em reação a críticas consideradas sem fundamento e influenciadas por interesses político-eleitorais. A cúpula da instituição emitiu nota conjunta para defender a atuação republicana da corporação e preservar sua credibilidade.
Manifesto conjunto dos diretores
Onze diretores, entre eles Dennis Cali, Fabrício Schommer Kerber, Otavio Margonari Russo e outros, assinaram o documento que repudia imputações de conduta não republicana. Eles destacam que tais acusações afrontam a história e o compromisso institucional da Polícia Federal. A nota enfatiza que narrativas externas não apagam a trajetória profissional dos envolvidos. O gesto busca reforçar a independência da instituição em meio a pressões externas.
Para que fique absolutamente claro, repudiamos toda e qualquer tentativa de imputar a eles ou à Polícia Federal uma atuação não republicana. Tais acusações, desprovidas de fundamento, afrontam a história, a credibilidade e o compromisso institucional que sempre pautaram suas condutas. Neste ato, colocamos nossos cargos à disposição do Diretor-Geral substituto.
Diretores da Polícia Federal
Julgamento no Supremo Tribunal Federal
No mesmo dia, a Segunda Turma do STF formou maioria para manter o afastamento de Andrei Rodrigues, porém o julgamento foi interrompido por pedido de vista. A manifestação da cúpula da Polícia Federal ocorre paralelamente a esse processo e reforça o compromisso com a legalidade. Os diretores reiteram que acusações sem base não alteram a reputação da corporação.
Narrativas marcadamente influenciadas por interesses político-eleitorais não têm o poder de apagar a história, a reputação e a trajetória profissional de quem quer que seja.
Diretores da Polícia Federal
